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Sorologia da raiva para viajar com seu pet: o prazo que você precisa conhecer antes de comprar a passagem

  • Foto do escritor: Fernanda da Costa Binati
    Fernanda da Costa Binati
  • 20 de ago.
  • 4 min de leitura

Você sabia que a sorologia da raiva pode ser uma das etapas que mais interfere no planejamento da viagem internacional do seu pet?


Quando o assunto é viajar para outro país com cães e gatos, uma das maiores dificuldades dos tutores não é necessariamente fazer os procedimentos — é encontrar informações claras, confiáveis e organizadas sobre o que precisa ser feito e, principalmente, quando cada etapa deve acontecer.

E é exatamente por isso que a LogVets existe.

Em nossos conteúdos, vamos trazer informações que muitas vezes estão espalhadas em diferentes sites, documentos e órgãos oficiais, tornando o planejamento da viagem muito mais complicado do que deveria ser.

Hoje, vamos falar sobre a sorologia da raiva e por que o tutor precisa ficar atento não apenas ao exame, mas também à sequência e aos intervalos entre microchip, vacinação e coleta da sorologia.


O que é a sorologia da raiva?


A sorologia da raiva é um exame de sangue realizado para verificar se o animal desenvolveu uma quantidade adequada de anticorpos contra o vírus da raiva após a vacinação.

Em determinados destinos, esse exame faz parte dos requisitos sanitários para a entrada de cães e gatos no país.

E aqui está um dos principais pontos de atenção:não basta simplesmente vacinar o animal e fazer a sorologia.

Existe uma sequência de procedimentos que precisa ser respeitada.


Microchip, vacina e sorologia: a ordem importa!

Esse é um dos detalhes que mais costuma gerar dúvidas entre os tutores.

Dependendo do país de destino, pode ser necessário que o microchip seja implantado antes da vacinação contra a raiva que será considerada válida para o processo de viagem.

Depois, é necessário respeitar o intervalo exigido para a realização da sorologia.


Ou seja, não é simplesmente:

“Vacinei → fiz o exame → posso viajar.”

Existe um planejamento por trás.

Uma etapa feita no momento errado pode fazer com que o tutor precise refazer procedimentos ou aguardar novos prazos, comprometendo todo o planejamento da viagem.


E a União Europeia?

Para viagens destinadas à União Europeia, existem requisitos específicos relacionados à identificação do animal, vacinação contra a raiva e, em determinadas situações, realização da sorologia.

Além disso, quando a sorologia é exigida, existe um período que precisa ser respeitado entre a coleta do sangue e a entrada do animal no território europeu.

É justamente por isso que o planejamento precisa começar meses antes da viagem.

Não adianta descobrir todos os requisitos quando o voo já está comprado para daqui a poucas semanas.


E para os Estados Unidos?

Aqui está outro ponto importante: não existe uma única regra mundial para viagens com pets.

Os Estados Unidos possuem requisitos próprios, que podem variar de acordo com a situação do animal e, principalmente, com o país de origem.

Por isso, o tutor não deve simplesmente utilizar as regras da União Europeia como referência para uma viagem aos Estados Unidos;ou vice-versa.

Os procedimentos, documentos, prazos e exigências precisam ser analisados de acordo com o país de destino e a situação específica do animal.

O maior erro é deixar para depois!

Quando falamos em viagem internacional com pets, muitas pessoas pensam primeiro na passagem aérea, na caixa de transporte e na documentação.

Mas existe algo ainda mais importante:

o planejamento sanitário.

Algumas etapas possuem prazos que não podem ser acelerados.

E é justamente aí que a falta de informação pode se transformar em um grande problema.

O tutor pode estar pronto para viajar, mas o pet ainda não.

Pode ter comprado a passagem, mas descobrir que precisa aguardar um período.

Pode até ter realizado a vacinação e a sorologia, mas perceber que a sequência dos procedimentos não atende às exigências do destino.


Por isso, comece antes de comprar a passagem

A viagem internacional do seu pet deve ser planejada considerando:

* identificação por microchip;

* vacinação contra a raiva;

* intervalo necessário entre os procedimentos;

* realização da sorologia, quando exigida;

* prazo entre a coleta do exame e a entrada no país;

* documentação veterinária;

* certificado sanitário/CVI, quando aplicável;

* exigências específicas do país de destino;

* regras da companhia aérea;

* preparação e adaptação do pet para a viagem.

E cada destino pode ter uma combinação diferente dessas exigências.

Informação também faz parte da viagem.



Na LogVets, acreditamos que o tutor não deveria precisar passar horas procurando informações em diferentes sites para entender o que precisa fazer.

Nosso trabalho é justamente transformar toda essa burocracia em planejamento.

Antes do embarque, analisamos as exigências do destino, orientamos sobre os procedimentos veterinários, documentação e prazos e ajudamos o tutor a entender o que precisa ser feito, quando fazer e quais cuidados devem ser tomados para evitar imprevistos.

Porque viajar com o seu pet pode ser muito mais tranquilo quando você não precisa descobrir tudo sozinho.


Vai viajar internacionalmente com seu pet?

Não espere a data do embarque chegar para descobrir que existiam prazos que você não conhecia.


Planeje com antecedência e conte com quem entende de viagem internacional de pets.

LogVets — Evite perrengues no embarque do seu pet. Viaje com a LogVets.

 
 
 

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